Com relação aos problemas, trânsito, saúde e segurança aparecem nos primeiros lugares, respectivamente, para 36%, 20% e 9% dos entrevistados que participaram da pesquisa
Trânsito, saúde e segurança foram os principais problemas apontados pela população de Niterói na 1ª Pesquisa Eleitoral, realizada com 1.102 eleitores, de 26 a 31 de janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa Social. No levantamento, a instituição destacou ainda quais as áreas em que a administração tem tido atuação melhor, de acordo com a opinião dos entrevistados. O saldo positivo fica por conta da limpeza pública; cultura, lazer e turismo; e da educação.
Com relação aos problemas, trânsito, saúde e segurança aparecem nos primeiros lugares, respectivamente, para 36%, 20% e 9% dos entrevistados. A funcionária pública Luiza Castro, moradora de Icaraí, concorda com a pesquisa e também considera o trânsito o principal transtorno.
Vou trabalhar de ônibus para evitar os engarrafamentos, mas o que vejo, a cada dia, são mais carros nas ruas. Fica difícil imaginar uma solução para esse excesso de veículos na cidade, declarou.
Sobre as áreas em que a administração tem tido melhor atuação, limpeza pública; cultura, lazer e turismo; e educação estão na frente, para 12%, 8% e 7% dos entrevistados.
Meu filho estuda em um colégio municipal e, apesar dos problemas, acho que estamos bem em aspectos como a educação, destaca a dona de casa Sônia Souza.
O prefeito Jorge Roberto Silveira afirma que é cedo para comentar pesquisas com caráter eleitoral. Segundo ele, o marco zero para as discussões em torno das eleições, são as convenções partidárias.
O governo tem enfrentado muitas dificuldades, mas o quadro está mudando e a população perceberá isso muito em breve, enfatizou.
Com relação ao trânsito, Jorge Roberto lembra que está sendo implantado o plano desenvolvido pelo escritório de Arquitetura Jaime Lerner. Já na Saúde, ele destaca que foi iniciado um processo de mudanças na secretaria para aumentar o entrosamento com Estado, já que seu atual governo está enfrentando dificuldades nesta área, em especial, por conta dos hospitais municipalizados (Orêncio de Freitas e Getulinho), que geram uma despesa anual de R$ 30 milhões para a Prefeitura.